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terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Busca Implacável – Vingança ou justiça? O clichê de Monseiur Besson

Busca Implacável (Taken, França, 2008)

De: Pierre Morel.

Com: Liam Neeson, Famke Jansen, Maggie Grace, Katie Cassidy.

96 minutos.

 

 

 

 

Vingança e justiça são conceitos tão espantosamente parecidos que às vezes é difícil entender porque a sociedade que construímos os tornou tão impossíveis de associar. As regras que seguimos dizem que a retaliação é um crime tão brutal e passível de punição quanto aquele que a causou. Radicalizando um pouco o conceito, não importa o mal que nos é infringido, não cabe a nós devolvê-lo ou fazê-lo notar. A vingança é um sentimento tão profundamente arraigado nos instintos humanos que muitas vezes nossa soberana e ultimamente incompetente justiça, a mãe de todas as convenções, não parece o bastante para punir crimes tão hediondos. Talvez tenha sido esse sentimento de frustração que lev ou o cinema, representação artística maior das angústias do homem e tantas vezes válvula de escape para a falta de realização pessoal em uma sociedade guiada pelo bem maior, tenha escolhido tantos anti-heróis em busca de vingança para estrelar filmes cuja qualidade é capaz de variar do inesquecível ao dispensável. Há pouco tempo, por exemplo, o mestre Steven Spielberg retornou ao Oscar com um tomo de vingança das mais brutais, e houve quem dissesse que “Munique” era o legítimo dono da estatueta principal. Perto da visão impactante de alguém como Spielberg, “Busca Implacável”, investida do decadente e multi-talentoso francês Luc Besson (“O Quinto Elemento”) no brutal subgênero passa longe de ser uma obra-prima. Em seu roteiro, Besson trata a vingança como algo natural, numa ingenuidade que simplesmente não casa bem com o nome do homem que revolucionou o cinema de ação nos anos 90 com “O Profissional” e um par de outras pequenas obras-primas. Seu tratamento, escrito na parceria habitual com Robert Mark Kamen (“Carga Explosiva”), carece de mais humanidade em meio a reações automáticas, irrealísticas e, nos piores momentos, vergonhosas. É triste ver um roteirista tão talentoso e marcante para toda uma geração de apreciadores de cinema chegar ao ponto de apelar para frases de efeito previsíveis, cenas absolutamente sem sentido e clichês a ponto de irritar o espectador. Há uma década ou mais atrás, o nome de Luc Besson nunca estaria na mesma frase que a expressão “repetição hollywoodiana”. Por incrível que pareça, não poderiam haver duas palavras melhores para definir “Busca Implacável”, um filme de ação europeu que erra o deixar de lado as peculiaridades da produção do continente e apostar em uma fórmula tão americanizada que às vezes soa como um tour de luxo pelo lado sujo de Paris.

Nada contra o cinema de ação americano, é claro, celeiro de talentos e filmes simplesmente tensos demais para ignorar, mas boa parte da análise de um filme tem a ver com expectativas, e do jeito que está, no meio do caminho entre Europa e EUA, “Busca Implacável” é um filme que vai decepcionar dois lados de uma mesma equação. Aqueles que embarcarem esperando um filme de ação mais inteligente, sofisticado mas ainda assim intenso, uma espécie de Bourne com o ritmo característico do cinema europeu, provavelmente vai encontrar pouco o que apreciar e ainda menos do que analisar. Do outro lado da moeda, quem quer de divertir com a dieta blockbusteriana de sempre vai encontrar dificuldades para acompanhar a equivocadamente ramificada trama e ainda sentir falta de um pouco mais de espetáculo, impressão, nos momentos de adrenalina. É impossível negar que Besson ainda é um dos escritores de ação mais talentosos por aí. Em “Busca Implacável”, pelo menos nesse ponto, ele acerta em ir contra as convenções do gênero, preferindo a climatização que a destruição, mas lidando bem com ela quando se mostra necessária. Viajar com o filme nos momentos de perseguição ou quando a vingança finalmente chega as vias de fato é fácil, mas no restante do filme o roteiro engata uma série de tropeços imperdoáveis, seja na construção estereotipada dos personagens ou na crueldade um tanto quanto repetina que surge em seu protagonista, quase doentia de tão determinada. Em alguns momentos mais desgovernados, o Bryan Mills em busca de vingança de Liam Neeson quase deixa de ser um anti-herói  para se tornar um vilão, tamanho é o sadismo que Besson impõe forçadamente a seu jogo de gato e rato pelas ruas marginais da cidade-luz. É lá que Kim (Maggie Grace) e Amanda (Katie Cassidy) são seqüestradas por um grupo de albaneses traficantes de mulheres. O que eles não sabiam era que Kim é filha de Bryan Mills (Liam Neeson), um agente aposentado da CIA que impôs uma série de condições aparentemente paranóicas para permitir que a filha viajasse com a amiga. Por um acaso infeliz para os seqüestradores, pai e filha estavam falando no telefone a ocasião do acontecimento, e Bryan não heistará um segundo em usar todas as suas habilidades enterradas para recuperar a rebenta, de quem estava começando a se aproximar após a aposentadoria.

Logo no início, o roteiro deixa claro que Bryan não só não hesitará em matar os seqüestradores, como toma essa como sua primeira diretriz, já no primeiro contato através do celular da filha. “Eu não sei quem vocês são, mas se vocês não deixarem minha filha ir agora, eu vou proculá-los, eu vou persegui-los, eu vou achá-los e eu vou matá-los”. Chega a ser curioso nos primeiros minutos após esse esclarecimento o quão repentinamente o raciocínio do personagem ligou o crime a vingança, mas o tempo passa e nada mais de interessante ou intigante é apresentado, o filme fica jogado a própria sorte e preso a própria trama genérica e previsível. Ainda para ajudar o diretor Pierre Morel (“B13 – 13º Distrito”) parece sem criatividade, movendo a câmera da forma óbvia, deixando de investir em seu elenco para apostar em takes mais amplos que tiram a força da brutalidade, elemento essencial de um filme como esse. Mesmo nas cenas de ação, impressionantes apenas no clímax e em uma explosiva perseguição em uma espécie de mina de carvão ou algo que o valha, Morel parece entediado ao guiar, construindo tomadas impactantes mas irritantemente óbvias. O elenco faz seu trabalho resignado, acorrentados pela própria falta de criatividade da trama. Liam Neeson, em seu primeiro papel mais interessante desde “Batman Begins”, parece entender bem o espírito de seu personagem, mas encontra pouco o que desenvolver em meio a uma brutalidade tão resoluta. A jovem Maggie Grace, recém-saída de “Lost” é a dona do úncio trabalho verdadeiramente digno de nota, que ultrapassa o morno mesmo com a mais experiente Famke Jansen (a Jean Grey de “X-Men”), que pouco tem a fazer a não ser exercitar sua coadjuvâncias de luxo nessa história de vingança que promete demais, cumpre de menos e cela a absoluta falta de criatividade um homem tão criativo quanto Luc Besson.

Nota: 5,0

Bom, pessoal, aí está a crítica nova para esse filme, eu tive que reescrever porque senti que a primeira não tinha capturado o espírito do filme e estava um pouco mal justificada. Espero que vocês entendam as neuroses de um crítico amador, mas de qualquer forma obrigado a todos que lêem o blog e mil perdões por essa troca tão repentina. Valeu, pessoal!

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Cash: O Grande Golpe - Estilo, criatividade, eficiência... o que vale mais que diamantes?


Cash: O Grande Golpe (Ca$h, França, 2008).

De: Eric Besnard.

Com: Jean Dujardin, Jean Reno, Valeria Golino, Alice Taglioni, Caroline Proust.

100 minutos.





Estilo, criatividade e eficiência são três qualidades completamente diferentes quando o assunto é cinema. Não é preciso se esforçar muito para fazer um filme estiloso. Basta uma produção sofisticada, movimentos de câmera elegantes, atores carismáticos e diálogos espertos (adjetivo muito diferente de “inteligentes”). Já alcançar o criativo é um pouco mais complicado, já que estamos falando aqui de pequenos lances que fazem o espectador se perguntar porque ele mesmo não havia pensado naquilo. Criatividade é, acima de tudo, um roteirista mostrando o quanto ele é mais competente que seu público. E isso não é de forma nenhuma um insulto, já que teoricamente eles são pagos para isso. Mas não adianta ser estiloso e criativo se tudo isso não esteja embalado por eficiência, habilidade e conhecimento. Um diretor eficiente sabe como equilibrar ousadia e tradicionalismo, como usar o convencional na forma de filmar a seu favor, travalhando em função do roteiro, e nunca sobrepondo seu talento a história que o filme se propõe a contar. Um ator eficiente é aquele que captura o espírito do personagem e converte até os diálogos mais absurdamente artificiais em algo crível, genuíno e inteligente. Saber equilibrar carisma e dramaticidade é fundamental. Dito e absorvido tudo isso, pode-se atribuir três sentenças que explicariam "Cash – O Grande Golpe" com perfeição. Primeira, o filme é integralmente estiloso, se utilizando muito bem do charme europeu e da sofisticação que vem inerente a idéia do velho continente. Segunda, a criatividade é apenas eventual, surgindo em algumas cenas e situações que divertem com aquele gosto de novidade que vem acompanhado dos filmes mais marcantes. Terceira e não menos importante, a eficiência é uma coisa rara no cinema hoje em dia.

Talvez o único gigantesco erro do roteirista e diretor Eric Besnard ("Missão Babilônia") seja se esforçar demais em conquistar o público, deixando as sutilezas de lado e partindo para a comoção fácil e para visuais artificiais demais para encantar, tentando manter o interesse através de uma trama acelerada e esperta demais para seu próprio bem. No meio de toda essa histeria, o roteiro se esquece de cumprir a promessa de um bom filme de assalto com personagens que podem causar alguma reação quando algo sai errado. Não há nenhum traço de ligação entre platéia e personagens que possa elevar "Cash" ao nível de encantamento provocado por "Onze Homens e Um Segredo", apenas para citar um exemplo mais recente. Não que isso apague a acidez bem-medida dos diálogos, o surrealismo sutil presente em algumas situações e a comicidade inegável de algumas cenas, filmadas com habilidade peculiar pelo diretor. A maioria delas surge quando o vigarista Cash (Jean Dujardin) se junta ao mestre dos enganadores, Maxime (Jean Reno), para roubar alguns milhões de euros em diamantes de um poderoso magnata hospedado em um hotel de luxo. É nessa longa seqüência que Besnard mostra onde mora sua verdadeira habilidade como roteirista, trabalhando com o dinamismo de forma espetacular e inserindo pequenos lances de humor que funcionam a perfeição. Pena que os momentos mais sérios decepcionem, o que acaba resultando em um filme irregular, morno em alguns momentos e encantador em outros, que poderia ser uma diversão de primeira categoria se mais eficiência estivesse envolvida no processo. Pelo menos na direção Besnard não decepciona. Auxciliado por uma fotografia luminosa que realça bem os encantos de Paris, o diretor filma tudo com elegância e chega a alguns momentos simplesmente geniais em que sua câmera transforma a cena mais banal no impacto visual mais impressionante.

Não seria de se espantar que Besnard rendesse melhor cineasta do que roteirista, mesmo que "Cash" seja apenas seu segundo filme na primeira função. Outro calcanhar de Aquiles de seu filme é o elenco, incapaz de compreender e traduzir seus personagens com perfeição e notadamente mal-escalados. O protagonista Jean Dujardin, espécie de astro em ascenção da França e intérprete do equivalente parisiente de James Bond em "Agente 117", abusa do sorriso torto e do charme gaiato para tornar artificial um personagem que poderia ser no mínimo apaixonante sob outra interpretação. Outro que escorrega feio é Jean Reno ("Rios Vermelhos"), visivelmente fora de seu ambiente e desajeitado como nunca ao encarnar o homem que pode ser o criminoso mais procurado da Europa (ou não). Parace que o veterano encontra problemas ao passar o mistério com o qual seu personagem foi projetado. Talvez o único acerto nessa área pertença a italiana Valeria Golino, intérprete de uma policial que troca de lado após ver sua carreira ameaçada. Ela ultrapassa as barreiras do óbvio para expressar amargura e sinceridade a cada olhar e constrói um desempenho notável aos poucos. O resultado de toda essa equação de poucos altos e um número considerável de baixos é, como nos ensinou a matemática, um redondo e inexpressivo zero. Para desfazer a metáfora e partir para uma visão mais objetiva, "Cash" não é nem essencial nem memorável, mas não chega a ter tantos equívocos para ser considerado o fundo do poço em matéria de filmes de roubo. Mesmo porque uma hora e meia de estilo sem conteúdo europeu é muito melhor do que duas da inflada pretensão hollywoodiana que aos poucos os críticos estão passando a admirar.

Nota: 6,0

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Boletim Cinéfilo - As Notícias do Dia (27/01/2009)

“Maysa”, agora nos cinemas

A exemplo de minisséries em poucos capítulos como "O Auto da Compadecida" e "Caramuru – A Invenção do Brasil", a bem-sucedida transposição da vida da cantora Maysa para as telinhas deve agora ganhar as telas de cinema. A idéia é resumir todo o material usado na TV, e acrescentar algumas cenas filmadas especialmente para os cinemas. "Maysa", o filme, seria o primeiro crédito cinematográfico da carreira do escritor Manoel Carlos.

Alguns nomes confirmados (e outros cogitados) para “As Panteras 3”

Apenas alguns dias depois de Drew Barrymoore ter expressado seu interesse em um terceiro filme da série "As Panteras", os primeiros rumores e confirmações já surgiram. Para começar, o diretor McG, que acaba de sair do trabalho pesado de "Exterminador do Futuro 4", anunciou que retornaria ao projeto com um sorriso no rosto, enquanto as outras integrantes do trio principal ainda aguardam convites formais para voltar a suas personagens. Quase ao mesmo tempo que McG confirmava, a produtora Nancy Junoven pronunciou-se sobre a possível “quarta pantera” que estaria no filme, dizendo que sua primeira escolha para o papel seria a da cantora Rihanna. Numa rara discordância, Barrymore disse que contracenar com Penélope Cruz seria “um sonho”.

Spielberg define herói e vilão de “Tintim”

Desde que Steven Spielberg e Peter Jackson deixaram na expectativa os fãs de literatura pop-clássica ao anunciar uma trilogia, produzida com tecnologia inovadora, sobre o intrépido detetive belga de "Tintim", poucos boatos correram ao redor do primeiro filme, com lançamento previsto para 2010 e direção a cargo de Spielberg. Nos últimos dias, no entanto, o projeto ressurgiu das cinzas do esquecimento com o anúncio dos dois protagonistas do filme. Enquanto o personagem-título ficou a cargo do britânico Jamie Bell ("Billy Elliot"), o vilão Red Rackham caiu nas mãos do atual 007 Daniel Craig. Os dois atores contracenaram recentemente no épico de guerra "Defiance". As filmagens de "Tintim: O Segredo de Licorne" começam nessa segunda-feira, dia 02.

Depois do Oscar... os ringues

Um dos favoritos ao Oscar de Melhor Ator esse ano pela sua encarnação do lutador Randy The Ram em "O Lutador", Mickey Rourke está negociando sua entrada no circuito de luta-livre americano. Segundo o próprio ator, o convite chegou até ele através de Vince McMahon, diretor do circuito, e dizia respeito a uma única luta contra o atual campeão, Chris Jericho. Antes de se tornar ator e por um breve momento durante a carreira, Rourke trocou as telas pelos ringues. O resultado: meia dúzia de plásticas antes de retornar a atuação, para esconder as seqüelas das lutas.

Nada se cria... Hillary Duff assume papel em refilmagem

Uma das dezenas de atrizes/cantoras adolescentes espalhadas por aí, Hilary Duff ("A Nova Cinderela") foi escalada recentemente para mais uma refilmagem sessentista independente, dessa vez da biografia em forma de road movie dos notórios ladrões de banco "Bonnie & Clyde", filmada em 1967 por Arthur Penn, com Warren Beatty e Faye Dunaway nos papéis título. A refilmagem, marcada para 2010 e sob o comando da desconhecida Tonya S. Holly, traz Hilary no papel que fora de Dunaway e o desconhecido Kevin Zegers para substituir Beatty. A julgar pelo último "O Dia em Que a Terra Parou", não pode se esperar nada de extraordinário.

E a greve se aproxima no horizonte...

Mais de um ano e muitos milhões de dólares depois da marcante greve dos roteiristas ocorrida entre o fim de 2006 e o começo de 2007, Hollywood vê com temor uma outra paralização surgir no horizonte. E dessa vez o resumo da ópera pode ser mais grave. Enquanto os braços cruzados dos escritores causariam prejuízos apenas a longo prazo, os recentes rumores e negociações apontando uma greve dos atores poderiam causar uma estagnação repentina na terra do cinema, já que não há filmagens sem os intérpretes. Depois de uma longa reunião a portas fechadas que não resultou em nenhuma conclusão, o diretor do sindicato de atores, Doug Allen, renunciou ao cargo nessa segunda-feira, o que apenas deixou mais tensas as negociações. A reivindicação é, como sempre e em qualquer categoria, aumento do pagamento.

Dos robôs gigantes para as relíquias lendárias

Megan Fox, recentemente considerada uma das mulheres mais sexys do mundo, pode assumir o lugar de outra integrante inevitável da lista, Angelina Jolie. Enquanto a mulher de Brad Pitt envolve-se em filmes mais sérios e angaria suas indicações ao Oscar, o par romântico de Shia LaBeouf em "Tranformers" surge como um dos nomes principais para a sucessão da personagem Lara Croft, caçadora de tesouros e ícone dos vídeo-games interpretada por Jolie em dois filmes, lançados em 1999 e 2001. Ainda que Megan esteja sendo fortemente cogitada para o projeto, um terceiro filme de "Tomb Raider" não foi sequer anunciado pela 20th Fox, produtora dos dois primeiros filmes.

O Fabuloso Destino de Coco Chanel

Uma das atrizes francesas mais presentes no cinema americano na atualidade, Audrey Tatou ainda é mais conhecida pela sua marcante interpretação na comédia dramática surreal "O Fabuloso Destino de Amelie Poulin", o filme francês mais premiado de nosso século. Isso pode mudar com "Coco Avant Chanel", biografia da célebre estilista comandada por Anne Fontaine ("Como Matei Meu Pai") na qual Audrey incorpora o papel-título. As primeiras fotos da atriz caracterizada surgiram hoje na Internet, e o comentário geral entre os críticos e apreciadores de moda é que a postura de Audrey é perfeita para a personagem. "Coco Avant Chanel" tem estréia marcada para 29 de Maio desse ano no Brasil.

“Machete”, breve em um cinema perto de você

Quem assistiu "Planeta Terror" de Robert Rodriguez ou mesmo foi um dos poucos sortudos a conferir o projeto completo nos cinemas, sob o nome de "Grindhouse", deve ter ficado salivando para conferir o resultado final dos falsos-trailers exibidos antes do filme. Pois uma boa notícia acaba de chegar para os fãs do diretor texano e do ator Danny Trejo ("Pequenos Espiões"): a Weinstein Company, produtora dos últimos três filmes de Rodriguez, acaba de anunciar que a realização de "Machete" é prioridade em sua agenda. Pelo pouco que se pode advinhar através do trailer exibido em "Grindhouse", a história é de um ex-policial (Trejo), que parte em uma caçada sangrenta aos homens que o traíram após contratá-lo para o assassinato de um senador. O filme está sendo dirigido, é claro, por Rodriguez.


Bom, pessoal, por hoje é só isso... aproveito aqui para agradecer a todos os comentários, estou simplesmente adorando fazer esse blog! Amanhã retornamos com mais uma crítica e um Boletim, certo? Bons filmes para todos e até a próxima!